Mercado Imobiliário

Como funcionam os fundos imobiliários?

Escrito por admin

Fundos imobiliários são uma espécie de produto financeiro que resultam da divisão de negócios imobiliários diversos. No passado, nossos pais e avós diziam: sempre aplique seu dinheiro em imóveis por que é investimento mais seguro. Além de garantir uma renda de aluguel, será possível deixar uma casa ou apartamento herança para os filhos e os netos. Foi assim que é o longo do tempo, o investimento em imóveis se tornou, ao lado da caderneta de poupança, uma das modalidades de investimentos mais famosas pelos brasileiros.

Com certeza, é uma aplicação segura, mas a baixa liquidez é o que prejudica a compra e venda tradicional de imóveis. Ou seja, não é de uma hora para outra que você consegue vender ou comprar um imóvel. Como uma opção para driblar esse ponto negativo de aplicação direta em imóveis, os fundos de investimento imobiliário ganhado força principalmente depois de 2007 com a chamariz da facilidade de negociação.

Não levou tanto tempo para os fundos imobiliários conquistassem as pessoas físicas, tornando-se um daqueles investimentos da moda. Hoje, os fundos imobiliários já estão entre as categorias mais populares de investimentos entre os brasileiros.

Para os interessados nessa modalidade investimento, é importante conhecer exatamente como ela funciona. Confira nosso guia básicos sobre fundos imobiliários, e aprenda mais sobre o assunto:

O que são fundos de investimento imobiliário?

Os fundos de investimento imobiliário são construídos como condomínios fechados, cujo apartamentos, ou as cotas, no linguajar do mercado, podem ser compradas por qualquer investidor.

Mesmo sendo titular das cotas, você não pode exercer qualquer direito real sobre os imóveis e empreendimentos que fazem parte do patrimônio do fundo. Embora as cotas estejam em seu nome, o investidor não poderá responder pessoalmente por qualquer obrigação legal ou contratual do administrador que seja relativa aos imóveis integrantes do fundo.

Cada fundo pode aplicar os recursos investidos pelos cotistas em certos empreendimentos imobiliários, que podem ser shopping centers, galpões logísticos, edifícios comerciais, etc.

Também será permitido aos fundos imobiliários aquisição de títulos relacionados a empreendimentos do setor, como as letras de crédito imobiliário ou certificados de recebíveis imobiliários.

Como se trabalha com os fundos imobiliários?

A forma de aplicar em fundos de investimentos imobiliários é bem parecida com a compra de ações, já que esse tipo de fundo tem suas cotas negociadas na bolsa de valores brasileira.

Por isso, é possível adquirir as cotas durante as chamadas ofertas públicas, ou negociando com outros investidores no chamado mercado secundário. Essa operação poderá ser realizada por plataformas de negociações on-line disponibilizadas por corretoras de valores.

As vantagens

A valorização das cotas é um dos principais pontos positivos dos fundos de investimento imobiliário. Na prática, você poderá ganhar dinheiro vendendo suas cotas por um preço maior do que o comprado, assim como ocorre na negociação de ações de empresas.

Ao realizar a compra de cotas de um fundo de investimentos imobiliários, outra vantagem é receber rendimentos mensalmente, como os aluguéis de imóveis. No caso do fundo, 95% de lucro líquido gerado, em média, é distribuído aos cotistas.

Além disso, aplicação em fundos imobiliários é prática e rápida, também muito parecida com o processo de compra e venda de ações, e costuma ser acessível, o que favorece entrada de pequenos investidores nesse mercado tão grande.

Riscos dos fundos imobiliários

Assim como no caso de fundos que investem em ações, os fundos de investimento imobiliário possuem um risco de mercado, ou seja, você está sujeito a uma série de imprevistos ou situações diversas, como atual crise econômica, que pode afetar muito o setor imobiliário como um todo.

Um perfeito exemplo disso é a queda dos preços dos imóveis, assim como redução da taxa de ocupação dos empreendimentos que compõem o patrimônio do fundo e o atraso na realização das obras no caso de imóveis em construção que podem atrapalhar a distribuição dos rendimentos aos cotistas.

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